Bem pessoal, essa semana surgiu a oportunidade de eu migrar para um site próprio - mesmo que continue sendo blog.
Eu queria isso faz tempo, e já que tive a proposta do Trankera, onde ele me daria a hospedagem sem custos, com a única condição de deixar uns links para a loja dele no blog, não perdi tempo. Isso sem contar na possibilidade de aumento no número de acessos, e quem sabe, um dia, talvez, vamos ver, futura monetização do blog(pelo menos uns trocos pra cerveja).
Mudarei um pouco a forma de postar, os assuntos, mas nada muito drástico.
Daqui um tempinho, quando tiver organizado tudo lá(links, especialmente), pretendo deletar os posts desse blog - já que eles já foram migrados para lá.
Espero continuar com a presença de vocês todos que visitam aqui, e sem dúvida, continuarei visitando quem tiver blog e que está sempre passando por esse canto!
É o título do livro escrito por Christopher Hitchens - inclusive, acho que já mencionei o livro aqui no blog, só não lembro onde nem quando.
Eu estou terminando de lê-lo, e posso afirmar que ele é muito, muito interessante.
Christopher critica acidamente toda forma de religião, especialmente os três grandes ismos: judaísmo, cristianismo e islamismo.
Como os antigos leitores já devem ter percebido, eu também não sou um grande fã de religião nenhuma, e qualquer idéia a deus ou deuses é para mim inconcebível. O livro só me trouxe mais argumentos.
Os três grandes monoteísmos são misógenos(odiosos da mulher), violentos, racistas e alienantes.
Christopher traz fatos reveladores quanto às escrituras - seja o Velho Testamento, o Novo ou o Corão). E cita trechos assustadores dos mesmos:
“Cingi, cada um de vós, a espada sobre o lado, passai e tornai a passar pelo acampamento, de porta em porta, e matai, cada qual, a seu irmão, a seu amigo, a seu parente.” Os filhos de Levi fizeram, seguindo a palavra de Moisés, e naquele dia morreram do povo uns três mil homens.
Isso tudo porque, supostamente, o povo de Israel havia feito um ídolo com jóias devido a demora de Moisés em seu encontro com “Deus”.
Também diz Moisés aos seus generais em Números:
“Matai, portanto, todas as crianças do sexo masculino. Matai também as mulheres que conheceram varão, coabitando com ele. Não conserveis com vida senão as meninas que ainda não coabitaram com homem e elas serão vossas.”
Ou seja, só preserve as meninas virgens para serem abusadas.
Ao falar do Novo Testamento, o autor aponta algo muito interessante - o fato de que Jesus supostamente perdoou toda a humanidade sem se importar com as partes ofendidas por esses pecados. Ora, se eu roubo você, você pode me perdoar. Se eu lhe bato, você pode me perdoar. Agora, eu roubo você, e um lunático que afirma ser o filho de deus ou o próprio me perdoa. E você fica como? Nunca havia pensando nisso, e creio ser algo deveras interessante.
Bem, quanto ao Islamismo. Hoje, por quem está de fora(ou mesmo quem vive dentro da religião) pode achar que é a mais repulsiva das três religiões citadas. Mas há de se considerar, como muito bem comenta Hitchens, que ela ainda é uma religião adolescente, e é arrogante e presunçosa como qualquer adolescente, sem jamais ter passado por qualquer reforma(como o cristianismo já passou). O que não diminuí em nada sua culpa nas injustiças e sofrimento que traz para as pessoas.
A violência e abusos contra as crianças e mulheres também é muito comentada no livro, além das discrepâncias, discordâncias e contradições que cada uma dessas religiões tem dentro dos seus próprios escritos.
O que só pode nos levar a concluir que a religião nada mais é do que uma criação do homem, e nada de sobrenatural existe nela.
Talvez isso explique porque os milagres aconteceram em épocas longíquas, no meio de gente pobre, analfabeta e miserável, e não haja qualquer possibilidade de verificação de realidade(tornando toda a baboseira em irrefutável, afinal, não há como afirmar se essas coisas realmente aconteceram, e logo, se não).
Muito mais é escrito pelo autor. Recomendo o livro meeeeesmo!
Nesse domingo então fiz a prova do INSS. Achei fácil, muito, muito fácil. Saí com aquela sensação “foi fácil demais…tem alguma coisa errada…”, entendem?
A prova não teve nenhuma questão sobre acentuação, crase, vírgula, porques(porque, por que, porquê, por quê), sintaxe ou qualquer dessas coisas que nos assombram, falantes da língua portuguesa. De matemática também não teve nada difícil: sem geometria, sem juros, sem pa e pg…sei lá, depois de terminar me pareceu que eles não tinham colocado questões de português e matemática.
Prova estranha, bem estranha. Ah, de informática eu notei 3 questões só…2 sobre o word e 1 sobre excel, mas fáceis também.
Entretanto, caiu bastaaaante coisa de Direito Previdenciário, de Administração, de atendimento ao público e até duas questões sobre comunicação(ha! essas eu acertei hehe pra quem não lembra faço comunicação social com habilitação em publicidade).
Respondi umas 130 e poucas questões. Se eu errei umas 15(cada errada elimina uma certa) eu acertei umas 100 de 150, acho que é suficiente pra passar. Vamos ver.
Bem, eu havia contado que tinha me candidatado a uma vaga de intercâmbio da UNIJUI com a U. do Porto né? Pois bem, para alegria geral do povo brasileiro e tristeza dos amigos lusitanos, eu fui aceito e se tudo der certo em setembro desse ano estou partindo para ficar até fevereiro de 2009 em Portugallll.
Nunca houve luta contra a ditadura brasileira da segunda metade do séc. XX protagonizada por militantes de esquerda. Nunca houve uma tentativa de revolução socialista para derrubar o governo durante essa ditadura. O que houve, de verdade, foram investimentos feitos pela esquerda.
Tá, exagerei. Teve lutas sim, teve gente que realmente acreditava, que lutou, foi torturado e mesmo morreu por isso. O que é adimirável, independente da gente acreditar ou não no mesmo. Lutar e morrer por algo que você acredita é, para mim, algo muito nobre.
Todavia, teve gente que não estava lutando contra a ditadura, estava atrás de indenizações e aposentadorias futuras como anistiados. Ridículo.
Elio Gaspari, um dos melhores jornalistas e escritores que atuam hoje no país, escreveu uma coluna maravilhosa para o Correio do Povo durante essa semana.
Bem, em 1968, ocorreu um atentado contra a embaixada norte-americana. Uma bomba foi explodida num carro. O motorista, brasileiro, perdeu uma perna. Recebe por isso uma aposentadoria de 560 e poucos reais. Em 1968, antes de ser institucionalizado o AI-5 e a ditadura realmente mostrar suas caras. Antes dela cometer as atrocidades. Antes.
Esse ano, um dos autores desse atentado recebeu da justiça o direito a uma pensão de mais de 1600 reais e 400 mil reais de indenização como anistiado. Não é o primeiro, nem vai ser o último que receberá indenizações absurdas por terem passado um ou outro dia nas mãos da ditadura. Se chegaram a ficar.
Não há dúvidas de que a Ditadura foi uma bela merda pro país, em todos aspectos. A violência desmedida, as torturas, os assassinatos. Eu acredito que quem foi torturado ou perdeu familiares tem que realmente serem indenizados. Mas um cara que não sofreu mais do que o resto do povo, e ainda por cima fodeu com a vida de outro cidadão, receber toda essa grana…absurdo. E olha, mesmo que tenha sofrido algo, receber 400 mil por isso é demais.
Eu disse antes que muita gente não lutou contra a ditadura, fez esse investimentos para o futuro. É o caso dessa pessoa. Você vai lá, faz o que acha que tem que fazer pelo que acredita, perde a luta, e depois de 20 anos entra na justiça pra receber alta grana por ter lutado por uma idelogia. Pera lá né. A luta era por dinheiro? Se fosse eu, acharia um insulto quererem me dar dinheiro por uma luta que fiz pelos meus valores, pelas minhas crenças.
Mas enfim, é o Brasil, e viva a esquerda de faz-de-conta.
Olá pessoas, arranjei um material bem legal para quem vai fazer o concurso nesse domingo. Melhor teria sido se tivesse visto antes, mas antes tarde do que nunca.
É só clicar aqui pra ter acesso a bastante coisa, inclusive prova do técnico de 2005, simulados, testes…
Pra quem não sabe eu curso Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda na UNIJUI.
Para me formar eu preciso ter cursado 8 créditos em outros cursos, o que dá mais ou menos duas disciplinas normais - isto é, aula uma vez por semana, durante um semestre.
Esse semestre resolvi fazer Introdução ao Estudo do Inconsciente, no curso de Psicologia.
Jesus cristo maria e josé, que devaneeeeeeeeeeeeeeeeeeio essa aula!
Nada contra psicologia, psicanálise e etc., bem pelo contrário, eu gosto pacas dessa área. Desde ano passado, quando posso, leio livros a respeito. Freud, Lacan, Melanie Klein; autores que escreveram sobre eles…eu gosto mesmo, tanto é que fui fazer essa matéria nesse semestre. É introdução, pensei comigo mesmo, vou poder tirar minhas dúvidas sobre conceitos básicos.
Mas meodeosdocéu que aula bem fora da casinha. Sabe quando a pessoa bebe e começa a discursar? Aí ela tá falando duma coisa, e quando vê tá falando de outra, totalmente diferente da primeira. É a cara da aula.
Mas enfim, já que estamos nesse assunto…alguém pode me explicar porque psicólogos, professores e acadêmicos formandos de psicologia falam daquele jeito? É, tu sabes, daquele jeito manso, lento, cuidadoso, como se estivesse traçando um caminho no escuro…
Que coisa mais irritante. Me pergunto se tem alguma matéria lecionada nos cantos escursos das universidades que ensinam os futuros psicólogos a falarem daquele jeito irritante.
Coisa mais bizaaaaaaaarra.
Falando em coisas irritantes, mais alguém quer mandar o Bial tomar no cu?
Não aguento mais ouvir a voz desse cara.
Eu chego em casa e tão assistindo Big Brother(que convenhamos, já deu o que tinha que dar né? PQP, ninguém merece esse bando de mané querendo ganhar dinheiro. Sempre tem as gostosas. Aí uma é má, outra é a coitadinha que forma casal com o gostosão que é um modelo de pessoa, ética e de ótimo caráter, e lógico, tem o cara que é pau no cu e fica brigando com todo mundo, e o homossexual. Esse ano, pra economizar gente, eles juntaram o pau no cu e o homossexual num só modelo. Tsc.). Como eu ia dizendo, chego em casa e tão assistindo BBB e eu tenho que aguentar o Bial puxando o saco dos “brothers” e eles de mimimi falando sobre o “jogo”. AVEEEEEEEEE maria!
Olha, sem ofensas, mas que porcaria a pessoa pensa pra dar audiência diariamente pra esse programa? Credo, é muito chato.
Mas tudo bem, cada um cada um.
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Domingo é a prova do concurso público. Sexta sai o resultado da candidatura ao intercâmbio estudantil que a UNIJUI tem com a Universidade do Porto, em Portugal. Havia uma vaga pro meu curso, me candidatei, espero conseguir e ficar de setembro de 2008 até fevereiro de 2009 nas europas! hehehe Torçam por mim.
O único problema é que eu tenho que bancar as passagens e a estadia lá. Eu não tenho um pila no bolso, mas no ofício de candidatura eu tinha que dizer que possuia recursos financeiros para tal. Vou fazer um empréstimo no Santandar. haha
Eu não me lembro de ter postado algo sobre futebol aqui, só um vídeo em que a torcida do Grêmio cantava o hino farroupilha.
E é, eu sou gremista. Sempre acompanhei o Grêmio, mas em geral apenas pelo jornal impresso, raramente assistia aos jogos, rádio então…mas lembro que escutei a final do mundial de 1996 contra o Ajax pelo rádio, num bem velho, na casa da minha vó. Quase morri chorando pela derrota do Imortal. Bem, mas chegamos lá.
A verdade é que a paixão de alguém por algum clube não está necessariamente atrelada a grandes títulos desse mesmo clube. Se fosse assim a torcida do Inter, depois da década de 80 teria desaparecido, assim como a do Grêmio na década de 70(onde, dizem, o Inter foi tri nacional, e octa campeão gaúcho…mas isso é o que dizem hehehe). Ora, o Bahia na série C, em 2007, teve a melhor média de público de todas as séries do camp. brasileiro. Vai explicar isso como? Pela conquista de grandes títulos é que não(não recentemente, já que o Bahia já foi campeão brasileiro).
A paixão de um torcedor, ou de uma torcida, acho que pode ser explicada por ela mesma. Eu não sei exatamente porquê torço pro Grêmio. Sei lá, vai ver eu gostava mais de azul quando pequeno. Vai ver foi aquela decisão que escutei no rádio, em 1996, aos 9 anos de idade que me fez decidir. Vai ver foram os astros.
É, não dá pra negar que parecem gritos de guerra mesmo.
Então, naquele link do orkut que postei acima um integrante escreve o seguinte:
Com o tempo eu percebi que torcer para um time não era torcer para o time exatamente, mas torcer para a torcida e principalmente se identificar com o perfil dela.
Mas eu nunca fui no estádio. E meus primeiros contatos com o clube, Grêmio, se deram através de amigos da escola, rádio e jornal impresso. Nem os jogos eu via na TV.
O meu contato com a torcida do Grêmio começou, na verdade, no ano passado, quando eu realmente acompanhei a temporada vendo os jogos na televisão. Minha identificação com a torcida, hoje, se dá pela beleza que vejo no entusiasmo e no apoio que dão ao time. Só.
Não gosto quando xingam outros jogadores, quando ofendem outros times(mesmo o Inter), ou quando partem para a briga por causa de futebol.
Não é difícil de compreender, né? Se tu não tens explicações objetivas porque é apaixonado pelo teu clube, e torce incondicionalmente por ele, porque tu achas que o outro, torcedor de time diverso, tem que ter explicações pra não torcer pelo teu? Porque é basicamente isso que leva as brigas: “meu time é melhor que o teu”; “não, o meu que é”; “o meu tem esse e esse título”. Tsc, como eu já disse, a torcida não está atrelada necessariamente a títulos.
O Cristian Bonatto, que tem muito mais autoridade do que eu para escrever sobre o Grêmio, redigiu uma bela resposta à essa reportagem infame no post Fonte Incoveniente.
Detalhe, o blog dele é hospedado no Globo.com.
ps.: criei um blog de apoio para postar textos e outros que estão em fontes onde é necessário o cadastro para visualização de conteúdo. Espero facilitar a vida dos leitores do blog. Clique aqui para ler o texto sobre torcidas de futebol que tirei da comunidade no orkut. Os comentários não foram postados juntos, aí, só no orkut mesmo.
Eu tenho um pouco de dificuldade ao dar títulos aos meus posts. Com esse não foi diferente, escrevi uns 3 antes de chegar nesse. É um resumo da minha indignação com as coisas que acontecem nesse Brasil.
Há algum tempo eu venho acompanhando com mais atenção o cenário político/de politicagem brasileira. Mas o negócio satura. Tanto, mas tanto, que eu não consegui postar a semana inteira no blog; pode parecer desculpa esfarrapada, só que a real é que eu sentava aqui, começava a escrever, e ia ficando tão brabo, tão puto da cara, tão indignado com as coisas que não conseguia terminar os posts. Bizarro, eu sei, no entanto verdadeiro.
Pode ser que haja apenas mais exposição hoje, mais investigações, pode ser que a sociedade esteja com o olho mais aberto, não importa, não tem como negar que nossos políticos “nunca antes nesse país” protagonizaram tantos escândalos em tão pouco tempo. Falo da classe política como um todo, não restringindo apenas ao governo.
É um atrás do outro. A gente mal digeriu uma barbaridade e já tem outra; nem se terminou de investigar uma sacanagem que aparece outra pra ofuscar a primeira. Isso quando não tem algum super evento pra salvar o governo com o ufanismo do povo, tipo o Pan.
Só pra lembrar alguns, tivemos o Mensalão, onde tivemos deputada, depois de absolver - não sozinha, claro - uma corja de safados, numa demonstração de coleguismo sem-vergonha incrível debochou do povo com a famosa dança da impunidade:
Não podemos nos esquecer da CPI dos Bingos, dos Correios, dos 100 mil dólares encontrados na cueca do secretário de Organização do PT no Ceará, José A. V. da Silva, coincidentemente, chefe do gabinete do líder da bancada do PT na Assembléia do Ceará, José Guimarães, que também por pura coincidência, é irmão de José Genoíno(lembram?presidente do PT?). Entre outros, lógico.
Dos casos citados lá, ressalto o do Celso Daniel, que até hoje é algo absurdamente inexplicável e cheio de lacunas. Também podemos lembrar os Sanguessugas, o escândalo do Dossiê e a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo.
É um absurdo sem tamanho.
Pra completar, nesse começo de ano tivemos o prazer de conhecer mais uma safadeza. A dos cartões corporativos. Quando você vê o reitor da UNB - uma universidade que sempre foi combativa - sendo absolvido pelos professores por quase unanimidade, depois de usando o cartão corporativo, gastar mais de 500 mil reais na reforma de um apartamento, com direito a lixeiras de 900 reais…PUTA QUE O PARIU NÉ!
Ah, mas não podemos esquecer no governo do Serra, em São Paulo, essa história dos cartões corporativos é pior ainda, com mais de 100 milhões de reais gastos com ele. Mais do que o Governo Federal.
Pra ti ver que a malandragem não é de um partido, é de todos mesmo.
Nesse país, com poucas exceções, citadas no post anterior, a verdade é que os partidos políticos viraram uma confraria de irmãos e primos. Todos unidos para nos roubarem.
O presidente do DEM(ex-PFL), deputado Rodrigo Maia, em uma entrevista à IstoÉ, disse que o DEM iria procurar se posicionar como um partido de legítima direita, já que hoje é um espaço sem representantes partidários.
Numa arena política onde o maior partido do país, o PMDB, se associa com quem dá mais, sempre se posicionando em cima do muro; onde rivais históricos - PT e PSDB - hoje têm propostas absurdamente similares e agem como primos nas CPIs; onde diversos outros partidos se vendem por cargos e verbas para o partido da situação(seja quem for; esse ano é o PT, já foi o PSDB); e finalmente só temos com propostas definidas partidos da extrema-esquerda, como PSOL e PSTU; essa decisão do DEM é admirável.
Eu não tenho medo de assumir o que penso, e quando se trata de idéias políticas, nunca deixo de assumí-las, por isso pra mim incompreensível e mesmo ultrajante que os maiores partidos do país não assumam posições políticas, e que atuem como a situação convir. É ridículo.
Seria muitíssimo melhor para os partidos e para o país que as pessoas e as organizações assumissem o que realmente desejam e agissem de acordo. Isso seria maravilhoso para os partidos políticos, para a imprensa(já pensou a Veja adimitindo que defende a direita neoliberal?) , para as empresas, mas principalmente para as pessoas que saberiam no que votam, no que lêem e de quem compram.
Tomara que a decisão do DEM repercuta e se torne modelo.
Essa é a pergunta feita em Watchmen, de Alan Moore.
É um marco na história dos quadrinhos.
Rorschach é um herói renegado, que deveria ter abandonado a carreira de super-herói anos atrás. É metódico, inteligente, e violento. Ele é o protagonista de boa parte da história.
Mas o interessante dessa história são os conflitos dos personagens, que mesmo super-humanos, ainda são pessoas, certo? Acho que o verdadeiro protagonista dessa HQ é a natureza humana e suas batalhas.
Para fazer o download da HQ clique aqui. Para ler você precisa do CDisplay.